Colégio ESPÍRITO SANTO

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23/03/2017

Alunos conferem o valor nutricional descrito em rótulos de alimentos

Em uma atividade prática no Laboratório de Ciências, as turmas de 1ª série do Ensino Médio do Colégio Espírito Santo constataram que alimentos industrializados similares podem ser bem diferentes no detalhamento de sua composição. No exercício, eles avaliaram a rotulagem de produtos variados e verificaram na balança a proporção de determinadas substâncias para saber ao certo o quanto consomem de sódio, açúcar, gorduras e outros ingredientes em relação às necessidades individuais de cada pessoa. Como incentivo à pesquisa e reflexão, a professora de biologia Aline Beatrici apresentou exemplos de informações descritas nos rótulos de água mineral. Enquanto em uma das marcas a indicação da quantidade de sódio era de 9,541 mg/L, a embalagem de outro fabricante apontava 103,60 mg/L.

Para as colegas Cibele Bartz Rodrigues e Mariana Jacobsen, a experiência foi interessante. "É diferente, porque normalmente a gente não percebe o que tem em cada alimento. Agora vou olhar os rótulos antes de comprar", disse Mariana. "Essa atividade faz a gente repensar o consumo de carboidratos e de açúcares. Não imaginava que o pão sanduíche e macarrão tinham tanto açúcar assim", comentou Cibele.

Outra finalidade do exercício foi a análise do rótulo quanto a sua conformidade ou não com uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que abrange alimentos e bebidas. A RDC 26/2015 exige que as embalagens informem a existência de 17 substâncias: trigo (centeio, cevada, aveia e suas estirpes hibridizadas), crustáceos, ovos, peixes, amendoim, soja, leite de todos os mamíferos, amêndoa, avelã, castanha de caju, castanha do Pará, macadâmia, nozes, pecã, pistaches, pinoli, castanhas, além de látex natural. Esta obrigação é consequência do movimento Põe no Rótulo, que procura conscientizar a população não-alérgica para a necessidade da rotulagem destacada de alimentos reconhecidamente mais alergênicos. Conforme estudo da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), cerca de 8% das crianças e 5% dos adultos têm algum tipo de alergia alimentar que pode causar desde um simples vômito a um choque anafilático. Em alguns casos, o único tratamento possível é evitar o consumo dos alimentos que causam alergia.



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