Colégio ESPÍRITO SANTO

Canoas/RS

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25/04/2018

Tempo de incentivar a leitura

Abril é marcado por duas datas que reforçam a importância da leitura: o Dia Nacional do Livro Infantil (18 de abril), e o Dia Mundial do Livro (23 de abril). No Colégio Espírito Santo, estas ocasiões servem para intensificar ações e projetos literários com os alunos. Os estudantes também visitaram a Biblioteca CES, em especial o Espaço Monteiro Lobato, para criar o hábito de escolher livros no local.

No CES, o contato com os livros inicia já no Berçário, aproximando a literatura de bebês a partir dos 4 meses de idade. “A hora do conto faz parte da rotina de todos os nossos alunos duas vezes por semana. Para as turmas de crianças a partir dos 11 meses a atividade acontece ainda uma vez por semana na biblioteca”, conta a supervisora pedagógica Alessandra Ferrandis.


Começa o projeto Prazer em Ler

No Ensino Fundamental, o dia 18 também marcou o início da caminhada do projeto Prazer em Ler com um piquenique literário, no qual as turmas de 3º ano trabalharam obras da autora Ruth Rocha. “A leitura é fundamental no dia a dia das crianças, principalmente na fase escolar. No projeto, partilhamos as histórias e um lanche especial com os alunos. Depois, as famílias virão à escola em apresentações semanais dos livros da escritora que foram lidos pelos estudantes”, destaca a professora Stela Menna Barreto. (veja o vídeo abaixo)

No dia 23, os estudantes e professoras das turmas de 4º ano se fantasiaram para uma hora do conto especial. As turmas também criaram marcadores de páginas e fizeram trabalhos lembrando o livro que mais marcou suas vidas neste tempo escolar.


Histórias que ensinam valores

Conforme a supervisora pedagógica do Berçário, Alessandra Ferrandis, a escolha dos livros para a faixa-etária dos 4 meses aos 24 meses é especialmente criteriosa no CES. “Usamos livros que apresentam valores, que tratam de respeito e amizade, que falam do compartilhar e das ‘palavras mágicas’: por favor, desculpe e obrigado’”, exemplifica. As obras definidas para estas turmas também abordam o conteúdo de projetos da escola. “No projeto Ser e Conviver, ensinamos a importância de ajudar o próximo e desenvolvemos ações a partir das histórias que revertem em doações para instituições infantis e de idosos”, cita a supervisora.


Visita da Emília na Educação Infantil

As crianças do Jardim A, da Educação Infantil, receberam a visita da boneca de pano Emília, personagem das histórias do livro o Sítio do Picapau Amarelo. Ela fez uma bela apresentação e posou para fotos com as turmas. Emília representou o escrito Monteiro Lobato, a quem o Dia Nacional do Livro Infantil foi criado em homenagem.


Lidando com o medo

Como as obras literárias mexem com o imaginário das crianças, a supervisora do Berçário, Alessandra Ferrandis, salienta que é preciso cuidar com a forma como são apresentados personagens vilões. Com alunos do Maternal A, que têm a partir dos 2 anos, ela comenta que já se pode abordar o medo: “Os contos de fada são importantes para dizer que existe o mal no mundo, preparando a criança para lidar com isso. Mas a gente explica que fantasma não existe, que o fantoche da bruxa é só uma boneca de pano, tirando o medo do que é imaginação”.


Reações de quem ainda não lê

Com os bebês até 10 meses a reação à contação de histórias é mais visual. “Eles mostram interesse diante do efeito de movimento do guarda-chuva de histórias, que vai girando, mostrando cenas do que acontece com os personagens. Gostam bastante”, afirma a berçarista Aline Krug Marins.

Na turma do Berçário 3, com alunos de 1 ano e 7 meses, a berçarista Tatiane Marisa Gonçalves conta que a interação já é mais expressiva. “Eles acharam curioso a jacaré que mora no lago, que foi como apresentei a Cuca do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato, sem enfatizar o comportamento malvado da personagem”, comentou. “A ideia é que aceitem bem a literatura e que tenham contato com o livro, deixando de lado um pouco os tablets e celulares”, observa Tatiane.


Ênfase em datas festivas

A Semana Literária, em abril, e a Semana da Criança, em outubro, são momentos em que o Berçário dá ênfase maior na hora do conto. Nestas datas, as berçaristas usam recursos e materiais ainda mais diversificados, como fantoches, fantasias, avental e guarda-chuva de histórias, personagens em EVA e casinhas de papelão. Também fazem teatralização sobre assuntos que são percebidas no grupo de alunos. “Os alunos entre 11 e 18 meses estão na fase das mordidas. Então usamos histórias que o que se morde é o alimento e que não deve morder o amigo”, conta a supervisora Alessandra Ferrandis.




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