A fé não tem hora certa para começar. Cada pessoa vive seu próprio tempo, percorre sua própria história e, muitas vezes, é em diferentes momentos da vida que surge o chamado para uma experiência mais profunda com Deus. Foi movidas por esse sentimento que três colaboradoras do Colégio Espírito Santo – Maria Eduarda, Jéssica e Andrielli – decidiram, já na fase adulta, aprofundar seus conhecimentos sobre a fé e fortalecer sua relação com Deus por meio da Crisma adulta.
Maria Eduarda Zonatto, que atua como nutricionista no Colégio Espírito Santo, Jéssica Prestes, do setor de Recursos Humanos, e Andrielli Otharan, que trabalha no Financeiro, começaram a participar da catequese para adultos na Paróquia Nossa Senhora das Graças em uma experiência de aprendizado, espiritualidade e aproximação com a Igreja. Para a Irmã Zoleide, a decisão das colaboradoras mostra que cada pessoa tem seu próprio tempo para viver a fé.
“Deus não tem pressa e não existe idade para responder ao Seu chamado. O importante é quando o coração se abre e a pessoa percebe que é hora de caminhar mais perto Dele”, afirma.
A decisão de Maria Eduarda nasceu de um sentimento de retorno. Ainda criança, ela participou ativamente da vida da Igreja, foi coroinha e realizou a catequese para a Primeira Comunhão. Anos depois, sentiu novamente o desejo de se aproximar da comunidade e viver a fé de maneira mais intensa.
“Eu fui procurar a crisma para adultos por sentir um chamado de retornar a participar mais ativamente da Igreja. Quando eu era criança, fazia parte, fui coroinha e fiz toda a parte da catequese para a Primeira Comunhão. Senti esse chamado retornando para mim agora”, conta.
Para Jéssica, a chegada a esse momento também representa uma oportunidade de aproveitar uma nova fase da vida para buscar conhecimento e fortalecer a espiritualidade. A curiosidade e a vontade de aprender mais sobre a fé foram alguns dos motivos que a levaram a iniciar a catequese.
“Eu iniciei a catequese porque agora tenho mais tempo e mais curiosidade. Acho que estou passando por alguns momentos em que essa é uma fase muito boa para ter esse convívio com o Espírito Santo. É um momento ideal para mim e para a minha vida”, relata.
A experiência também tem um significado especial para Jéssica por envolver a relação com o filho, de 10 anos. Ao buscar mais conhecimento e compreender melhor os ensinamentos da Igreja, ela acredita que pode também contribuir para a formação espiritual da família.
“Eu tenho um filho de 10 anos e, agora que estou frequentando e tendo mais conhecimento, entendendo melhor, acho que isso é um bom começo”, completa.
Já Andrielli conta que o convite para participar da crisma de adultos partiu da Irmã Zoleide. A partir daí, encontrou uma oportunidade para conhecer mais profundamente a Bíblia e compreender melhor a história e os fundamentos da fé cristã.
“Eu comecei a fazer a crisma porque a Irmã Zoleide me convidou para a crisma de adultos. Decidi entender mais sobre a Bíblia e sobre a história. Estou gostando bastante da Crisma, aprendendo bastante coisa, e espero entender ainda mais sobre tudo isso”, afirma.